No texto Os setes saberes necessários a educação do futuro, sintetize os seguintes temas:
· A antropo-etica
· O conhecimento
· O conhecimento pertinente
· A condição planetária
Apontando 4 pontos fundamentais de cada tema e poste como comentário na postagem Os Sete Saberes, para eu possa oranizar uma apresentação em Power Point na apresentação do trabalho, se alguém tiver um vídeo relacionado a um desses temas também poderá enviar.
Façam seus comentários resposta até o dia 03/06/2010.
Oi Pessoal
ResponderExcluirOs 7 saberes – vídeos muito bons!!!
http://www.youtube.com/watch?v=Yirtgv0kRbM&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=C0RyOmLZ4aE&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=jYB3IXHLALo&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=UaPH__Tqehs
Para acessar os videos é so copiar e colar os endereços.
Contribuição para Trabalho em Grupo
ResponderExcluirAluna: Joseane Ana Bezerra Duarte
Disciplina: Informática e Sociedade
OS SETE SABERES
Um breve comentário sobre alguns desses saberes: Conhecimento, Conhecimento Pertinente, A Condição Planetária e a Antropo-ética .
Conhecimento
O ensino proporciona conhecimento e saberes, porém é preciso que se tenha clareza de que o conhecimento não reflete fielmente a realidade. Ele, na verdade, a traduz e a reconstrói.
Destacamos alguns pontos fundamentais sobre este saber:
• Por representar reconstruções ou traduções da realidade, ele contém erro;
• Um erro comum nessas reconstruções é o pensamento de que a ideia é a realidade;
• Um outro erro é a crença nas ideias normativas em que se privilegia ou valoriza as ideias de um grupo em detrimento das ideias de outro;
• É de suma importância explorar desde cedo, as possibilidades de erro para ter condições de ver a realidade.
Conhecimento Pertinente
Trata-se de um conhecimento significativo, que promove o objeto e por isso precisa ser ensinado de forma contextualizada , interdisciplinar e articulada. Pontos a serem destacados:
• As disciplinas contribuíram para o avanço do conhecimento e são insubstituíveis;
• O ensino por disciplina, fragmentado e dividido impede a contextualização;
• O que existe entre as disciplinas, bem como as conexões entre elas são invisíveis, porém não se pode conhecer apenas uma parte da realidade, é preciso ter uma visão de conjunto;
• A contextualização é uma capacidade que precisa ser desenvolvida pelo ensino.
A Condição Planetária
A vida em nosso planeta está ameaçada por diversos aspectos: a ameaça nuclear, a ecológica, a degradação da vida planetária etc. Assim sendo, faz-se necessário urgentemente a construção de uma Consciência Planetária, através da qual cada cidadão desenvolve o sentimento de pertença, começando a pensar globalmente e agir localmente. Pontos a serem destacados:
• É preciso mostrar que a humanidade vive agora uma comunidade de destino comum;
• É necessário ensinar que a complexidade dos problemas importantes do planeta estão inter relacionados uns com os outros;
• Um outro ensinamento necessário é que o crescimento da ameaça letal se expande em vez de diminuir;
• É urgente a construção de uma Consciência Planetária.
Antropo-ética
Diz respeito ao potencial do ser humano a desenvolver, simultaneamente, a ética e a autonomia pessoal, isto é assumir suas responsabilidades consigo mesmo e com a sociedade.
Eis alguns pontos fundamentais a serem considerados:
• A antropo-ética só se efetiva significativamente na democracia;
• A democracia possibilita uma relação indivíduo-sociedade e nela o cidadão deve ser sentir solidário e responsável;
• É importante orientar e guiar a tomada de consciência social que leva à cidadania;
• Faz-se necessário levar a conhecer a ética do ser humano se desenvolvendo através de Associações não Governamentais que assistem países e nações que estão ameaçadas ou em graves conflitos.
Na verdade, o que se deseja, como diz Custódio de Almeida, é que as escolas se constituam em verdadeiros laboratórios de humanidade, nos quais o perfil intelectual dos alunos e professores seja desenhado juntamente com um perfil ético, formado por posturas dialógicas, afetivas, cooperativas, politicamente engajadas e marcadas por um compromisso com uma sociedade justa e feliz.
Fiz três postagens sobre o texto de Edgar Morin, porém no espaço reservado para os pilares. Por gentileza aprecie minhas contribuições.
ResponderExcluirOi Josiane
ResponderExcluirMuito bom seu resumo irei utiliza-lo em uma produção de video para a apresentação do Seminario.
Gostaria que fizesse a proposta utilizando esse seu resumo e poste como comentario
Muito boa sua contribuição
Abraços
Betânia Disse:
ResponderExcluirColocarei aquiem baixo um link sobre esse tema.
Um texto escrito por Ana Claudia Cravo, sobre os estudos de Edgard Morin sobre Os setes saberes da educação.
Obrigado, Betânia.
Link:
http://frankherles.wordpress.com/2008/02/15/os-sete-saberes-da-educacao/
Desde o início dos seus trabalhos que os membros da Comissão compreenderam que seria indispensável, para enfrentar os desafios do próximo século, assinalar novos objetivos à educação, e, portanto, mudar a idéia que se tem da sua utilidade. Uma nova concepção ampliada de educação devia fazer com que todos pudessem descobrir, reanimar e fortalecer o seu potencial criativo - revelar o tesouro escondido em cada um de nós. Isto supõe que se ultrapasse a visão puramente instrumental da educação, considerada como a via obrigatória para obter certos resultados, (saber-fazer, aquisição de capacidades diversas, fins de ordem econômica), e se passa a considerá-la em toda a sua plenitude: realização da pessoa que, na sua totalidade, aprende a ser.
ResponderExcluirA educação ao longo de toda a vida baseia-se [portanto] em quatro pilares:
Aprender a conhecer, combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.
Aprender a fazer, a fim de adquirir, não somente uma qualificação profissional, mas, de uma maneira mais ampla, competências que tornem a pessoa apta a enfrentar numerosas situações e a trabalhar em equipe. Mas também aprender a fazer, no âmbito das diversas experiências sociais ou de trabalho que se oferecem aos jovens e adolescentes, quer espontaneamente, fruto do contexto local ou nacional, quer formalmente, graças ap desenvolvimento do ensino alternado com o trabalho.
Aprender a conviver-viver juntos desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das interdependências - realizar projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos - no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.
Aprender a ser, para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir com cada vez maior capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade pessoal. Para isso, não negligencia na educação nenhuma das potencialidades de cada indivíduo: memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, aptidão para comunicar-se.
Numa altura em que os sistemas educativos formais tendem a privilegiar o acesso ao conhecimento, em detrimento de outras formas de aprendizagem, importa conceber a educação como um todo. Esta perspectiva deve, no futuro, inspirar e orientar as reformas educativas, em nível tanto de elaboração de programas como da definição de novas políticas
pedagógicas.
(*) Texto transcrito do Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors.
Mônica Angelim.
Os Quatro Pilares da Educação
ResponderExcluirJaques Delors
Para poder dar resposta ao conjunto das suas missões, a educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais que, ao longo de toda a vida, serão de algum modo, para cada indivíduo, os pilares do conhecimento: aprender a conhecer, isto é, adquirir os instrumentos da compreensão; aprender a fazer, para poder agir sobre o meio envolvente; aprender a viver juntos, a fim de participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas; finalmente, aprender a ser, via essencial que integra as três precedentes. É claro que essas quatro vias do saber constituem apenas uma, dado que existem entre elas múltiplos pontos de contato, de relacionamento e de permuta.
Mas, em regra geral ensino formal orienta-se, essencialmente, se não exclusivamente, para o aprender a conhecer, e, em menor escala, para o aprender fazer. As outras duas aprendizagens dependem, a maior parte das vezes, de circunstâncias aleatórias quando não são tidas, de algum modo, como prolongamento natural das duas primeiras. Ora, a Comissão pensa que cada um "dos quatro pilares do conhecimento" deve ser objeto de atenção igual por parte do ensino estruturado, a fim de que a educação apareça como uma experiência global a levar a cabo ao longo de toda a vida, no plano cognitivo como no prático, para o indivíduo enquanto pessoa e membro da sociedade.