"O homem não se reduz à cultura. Mas a cultura é indispensável para produzir o homem”
Edgar Morin

segunda-feira, 31 de maio de 2010

OS SETE SABERES

No texto Os setes saberes necessários a educação do futuro, sintetize os seguintes temas:

· A antropo-etica

· O conhecimento

· O conhecimento pertinente

· A condição planetária

Apontando 4 pontos fundamentais de cada tema e poste como comentário na postagem Os Sete Saberes, para eu possa oranizar uma apresentação em Power Point na apresentação do trabalho, se alguém tiver um vídeo relacionado a um desses temas também poderá enviar.

Façam seus comentários resposta até o dia 03/06/2010.

7 comentários:

  1. Oi Pessoal

    Os 7 saberes – vídeos muito bons!!!
    http://www.youtube.com/watch?v=Yirtgv0kRbM&feature=related

    http://www.youtube.com/watch?v=C0RyOmLZ4aE&feature=related

    http://www.youtube.com/watch?v=jYB3IXHLALo&feature=related

    http://www.youtube.com/watch?v=UaPH__Tqehs
    Para acessar os videos é so copiar e colar os endereços.

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  2. Contribuição para Trabalho em Grupo
    Aluna: Joseane Ana Bezerra Duarte
    Disciplina: Informática e Sociedade

    OS SETE SABERES

    Um breve comentário sobre alguns desses saberes: Conhecimento, Conhecimento Pertinente, A Condição Planetária e a Antropo-ética .

    Conhecimento

    O ensino proporciona conhecimento e saberes, porém é preciso que se tenha clareza de que o conhecimento não reflete fielmente a realidade. Ele, na verdade, a traduz e a reconstrói.
    Destacamos alguns pontos fundamentais sobre este saber:
    • Por representar reconstruções ou traduções da realidade, ele contém erro;
    • Um erro comum nessas reconstruções é o pensamento de que a ideia é a realidade;
    • Um outro erro é a crença nas ideias normativas em que se privilegia ou valoriza as ideias de um grupo em detrimento das ideias de outro;
    • É de suma importância explorar desde cedo, as possibilidades de erro para ter condições de ver a realidade.

    Conhecimento Pertinente

    Trata-se de um conhecimento significativo, que promove o objeto e por isso precisa ser ensinado de forma contextualizada , interdisciplinar e articulada. Pontos a serem destacados:
    • As disciplinas contribuíram para o avanço do conhecimento e são insubstituíveis;
    • O ensino por disciplina, fragmentado e dividido impede a contextualização;
    • O que existe entre as disciplinas, bem como as conexões entre elas são invisíveis, porém não se pode conhecer apenas uma parte da realidade, é preciso ter uma visão de conjunto;
    • A contextualização é uma capacidade que precisa ser desenvolvida pelo ensino.

    A Condição Planetária

    A vida em nosso planeta está ameaçada por diversos aspectos: a ameaça nuclear, a ecológica, a degradação da vida planetária etc. Assim sendo, faz-se necessário urgentemente a construção de uma Consciência Planetária, através da qual cada cidadão desenvolve o sentimento de pertença, começando a pensar globalmente e agir localmente. Pontos a serem destacados:
    • É preciso mostrar que a humanidade vive agora uma comunidade de destino comum;
    • É necessário ensinar que a complexidade dos problemas importantes do planeta estão inter relacionados uns com os outros;
    • Um outro ensinamento necessário é que o crescimento da ameaça letal se expande em vez de diminuir;
    • É urgente a construção de uma Consciência Planetária.



    Antropo-ética

    Diz respeito ao potencial do ser humano a desenvolver, simultaneamente, a ética e a autonomia pessoal, isto é assumir suas responsabilidades consigo mesmo e com a sociedade.
    Eis alguns pontos fundamentais a serem considerados:

    • A antropo-ética só se efetiva significativamente na democracia;
    • A democracia possibilita uma relação indivíduo-sociedade e nela o cidadão deve ser sentir solidário e responsável;
    • É importante orientar e guiar a tomada de consciência social que leva à cidadania;
    • Faz-se necessário levar a conhecer a ética do ser humano se desenvolvendo através de Associações não Governamentais que assistem países e nações que estão ameaçadas ou em graves conflitos.

    Na verdade, o que se deseja, como diz Custódio de Almeida, é que as escolas se constituam em verdadeiros laboratórios de humanidade, nos quais o perfil intelectual dos alunos e professores seja desenhado juntamente com um perfil ético, formado por posturas dialógicas, afetivas, cooperativas, politicamente engajadas e marcadas por um compromisso com uma sociedade justa e feliz.

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  3. Fiz três postagens sobre o texto de Edgar Morin, porém no espaço reservado para os pilares. Por gentileza aprecie minhas contribuições.

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  4. Oi Josiane
    Muito bom seu resumo irei utiliza-lo em uma produção de video para a apresentação do Seminario.
    Gostaria que fizesse a proposta utilizando esse seu resumo e poste como comentario

    Muito boa sua contribuição
    Abraços

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  5. Betânia Disse:

    Colocarei aquiem baixo um link sobre esse tema.
    Um texto escrito por Ana Claudia Cravo, sobre os estudos de Edgard Morin sobre Os setes saberes da educação.
    Obrigado, Betânia.
    Link:
    http://frankherles.wordpress.com/2008/02/15/os-sete-saberes-da-educacao/

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  6. Desde o início dos seus trabalhos que os membros da Comissão compreenderam que seria indispensável, para enfrentar os desafios do próximo século, assinalar novos objetivos à educação, e, portanto, mudar a idéia que se tem da sua utilidade. Uma nova concepção ampliada de educação devia fazer com que todos pudessem descobrir, reanimar e fortalecer o seu potencial criativo - revelar o tesouro escondido em cada um de nós. Isto supõe que se ultrapasse a visão puramente instrumental da educação, considerada como a via obrigatória para obter certos resultados, (saber-fazer, aquisição de capacidades diversas, fins de ordem econômica), e se passa a considerá-la em toda a sua plenitude: realização da pessoa que, na sua totalidade, aprende a ser.

    A educação ao longo de toda a vida baseia-se [portanto] em quatro pilares:

    Aprender a conhecer, combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.

    Aprender a fazer, a fim de adquirir, não somente uma qualificação profissional, mas, de uma maneira mais ampla, competências que tornem a pessoa apta a enfrentar numerosas situações e a trabalhar em equipe. Mas também aprender a fazer, no âmbito das diversas experiências sociais ou de trabalho que se oferecem aos jovens e adolescentes, quer espontaneamente, fruto do contexto local ou nacional, quer formalmente, graças ap desenvolvimento do ensino alternado com o trabalho.

    Aprender a conviver-viver juntos desenvolvendo a compreensão do outro e a percepção das interdependências - realizar projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos - no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.

    Aprender a ser, para melhor desenvolver a sua personalidade e estar à altura de agir com cada vez maior capacidade de autonomia, de discernimento e de responsabilidade pessoal. Para isso, não negligencia na educação nenhuma das potencialidades de cada indivíduo: memória, raciocínio, sentido estético, capacidades físicas, aptidão para comunicar-se.

    Numa altura em que os sistemas educativos formais tendem a privilegiar o acesso ao conhecimento, em detrimento de outras formas de aprendizagem, importa conceber a educação como um todo. Esta perspectiva deve, no futuro, inspirar e orientar as reformas educativas, em nível tanto de elaboração de programas como da definição de novas políticas
    pedagógicas.

    (*) Texto transcrito do Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors.

    Mônica Angelim.

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  7. Os Quatro Pilares da Educação
    Jaques Delors

    Para poder dar resposta ao conjunto das suas missões, a educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais que, ao longo de toda a vida, serão de algum modo, para cada indivíduo, os pilares do conhecimento: aprender a conhecer, isto é, adquirir os instrumentos da compreensão; aprender a fazer, para poder agir sobre o meio envolvente; aprender a viver juntos, a fim de participar e cooperar com os outros em todas as atividades humanas; finalmente, aprender a ser, via essencial que integra as três precedentes. É claro que essas quatro vias do saber constituem apenas uma, dado que existem entre elas múltiplos pontos de contato, de relacionamento e de permuta.

    Mas, em regra geral ensino formal orienta-se, essencialmente, se não exclusivamente, para o aprender a conhecer, e, em menor escala, para o aprender fazer. As outras duas aprendizagens dependem, a maior parte das vezes, de circunstâncias aleatórias quando não são tidas, de algum modo, como prolongamento natural das duas primeiras. Ora, a Comissão pensa que cada um "dos quatro pilares do conhecimento" deve ser objeto de atenção igual por parte do ensino estruturado, a fim de que a educação apareça como uma experiência global a levar a cabo ao longo de toda a vida, no plano cognitivo como no prático, para o indivíduo enquanto pessoa e membro da sociedade.

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